Tanto erro numa só partida
O GCD Regadas deslocou-se a Gandarela para jogar com a equipa local, tendo perdido por uma bola a zero, numa partida que o árbitro terminou aos 88’ por alegar falta de condições para o prosseguir devido a protestos de adeptos da equipa fafense. De notar que os regadenses não apontam a culpa pela má arbitragem à equipa de Basto.
Num jogo em que o GCD Regadas esteve sempre por cima, com oportunidades desperdiçadas e em que numa segunda bola depois de um canto sofreu um golo num ressalto marcado por Nelson Moura, perto da meia hora de jogo.
Antes disso foi invalidado um golo, marcado de forma regular, aos fafenses. Pouco depois existiu um penálti claro a favor do Regadas, em que foi transformada numa falta atacante e consequente amarelo ao jogador fafense por suposta simulação.
Na segunda parte, houve novo penálti a favor do Regadas em que um jogador fafense foi derrubado dentro da área cerca de um metro, mas que o juiz transformou num livre directo mesmo em cima da linha. Mas não iria ficar por aqui.
Volvidos cinco minutos o Regadas fez novo golo limpo que o juiz validou, mas passado algum tempo quando a bola se dirigia para o centro do terreno, o árbitro assistente deu o dito por não dito e invalidou novamente, para espanto e completo e descontrolo dos jogadores fafenses, tal era a injustiça.
Perante a exaltação dos adeptos do Regadas, “que se manifestaram apenas verbalmente”, o juiz deu por terminado o jogo quando decorriam 88’, alegando não ter condições de segurança para continuar.
Segundo os responsáveis do GCD Regadas “o Gandarela nada tem a ver com o sucedido. Era um jogo de capital importância para nós rumo à tão desejada subida. É muito ingrato perceber que o trabalho de uma época, pode ficar condicionado por este jogo tão importante para nós. De salientar que houve no mínimo três expulsões para o nosso lado. Com três expulsões, dois golos limpos mas invalidados e dois penáltis claros, num só jogo, há uma revolta imensa da nossa parte”, referiram.
Já o técnico José Manuel Teixeira frisou que “como jogador e agora como treinador, jamais tinha assistido a uma arbitragem vergonhosa e descarada como a deste jogo”.

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