.

.
.

sábado, 6 de abril de 2013

Juvenis - Div. Honra AF Braga: GD Ribeirão, 3 - AD Fafe, 1

Texto e foto (arquivo): João Carlos Lopes 

Árbitro foi protagonista e não 
recebeu um cumprimento sequer 

Numa tarde excelente de sol com bastante público a assistir, um sintético mais ou menos razoável para a prática do futebol e duas boas equipas com qualidade, estavam reunidas as condições para assistirmos a um bom espectáculo. No entanto, faltou um último requisito, a equipa de arbitragem, que foi sem dúvida a mancha negra condicionando os fafenses num jogo que o Ribeirão acabou por ganhar por 3-1.

O Fafe não entrou bem no jogo mas logo na primeira vez que a bola foi à sua baliza entrou, iam decorridos poucos minutos de jogo. Um jogador do Ribeirão entra pela esquerda, centra rasteiro, a bola passa entre André e os centrais onde apareceu o avançado local a empurrar e a fazer o 1-0.

A equipa orienta por Primo e Filipe reagiu muito bem ao golo e pese embora não criasse situações iminentes de golo , era a equipa que dominava e jogava um futebol agradável. 

Aos 25 minutos, entrou em cena o árbitro, ao assinalar um penalti na sequência de um cantos que até o adversário ficou perplexo. Na conversão do castigo máximo o Ribeirão fez o 2-0. 

Mais uma vez o Fafe reagiu bem e Bruno Carvalho após um ressalto de bola vinda da barreira disferiu um bom remate fazendo assim o 2-1. Depois do golo o Fafe acreditou e podia por uma ou outra vez fazer o empate mas chegou o intervalo com um resultado lisonjeiro para o Ribeirão. 

Na segunda parte viu-se mais do mesmo, com o Fafe a carregar em busca do empate e o Ribeirão acabou por fazer o 3-1. André não agarrou a bola deixando-a à mercê do adversário que depois de tocar na mesma foi derrubado pelo guardião fafense que leva cartão amarelo, que até estava correto, só que, no lance do golo do Fafe o guara-redes agarrou a bola fora da área e o arbitro nem sequer cartão mostrou. 

André acabou por emendar o seu próprio erro ao  defender o penalti, que no entanto o árbitro mandou repetir, surgindo assim o golo. Na sequência do lance, Lousada viu o cartão vermelho directo por palavras. 

O arbitro ainda teve tempo para ser protagonista outra vez, ao expulsar Fonseca, num lance perfeitamente normal e numa disputa de bola com o guarda-redes contrário. Confirmava-se assim a tarde negra para o árbitro, que até apita jogos dos campeonatos nacionais. 

Já depois do apito final os adeptos ovacionaram os jogadores do Fafe que, indignados nem treinadores nem jogadores cumprimentaram a equipa de arbitragem. Era o mínimo que podiam fazer num caso raro em futebol, em que a actuação do juiz da partida mereceu a repugnância de uma equipa inteira e de todos os que a envolvem.
.  

Sem comentários: